{"id":29,"date":"2018-10-31T15:23:27","date_gmt":"2018-10-31T17:23:27","guid":{"rendered":"http:\/\/redmarketing.com.br\/?p=29"},"modified":"2018-10-31T15:23:27","modified_gmt":"2018-10-31T17:23:27","slug":"mude-ou-mude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redmarketing.com.br\/?p=29","title":{"rendered":"Mude ou mude."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Somente a mudan\u00e7a \u00e9 permanente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ind\u00fastria da comunica\u00e7\u00e3o no Brasil est\u00e1 vivendo uma crise sem precendentes. Nem o surgimento da televis\u00e3o nos anos 50 promoveu tantas mudan\u00e7as. O que estamos assistindo n\u00e3o deixar\u00e1 pedra sobre pedra. E o mais preocupante \u00e9 que n\u00e3o sabemos se o novo que est\u00e1 surgindo \u00e9 melhor do que o t\u00ednhamos at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fala-se muito nas mudan\u00e7as na comunica\u00e7\u00e3o, no papel das redes sociais, mas fala-se muito pouco sobre o mais importante. Estamos tendo um deslocamento brutal, violento, da aten\u00e7\u00e3o das pessoas dos velhos meios de comunica\u00e7\u00e3o para os novos meios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">R\u00e1dio, TV, jornal, revista e mesmo m\u00eddia out of home passaram a ser os t\u00e1xis da comunica\u00e7\u00e3o diante dos Ubers e Cabifys. Assim como as gera\u00e7\u00f5es com menos 40 anos n\u00e3o tem ideia do que seja uma m\u00e1quina de escrever, hoje os que tem menos de 25 anos n\u00e3o sabem o que \u00e9 nem pra que serve um jornal. O consumo de informa\u00e7\u00e3o, o entretenimento, tudo est\u00e1 passando a se dar na palma da m\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste cen\u00e1rio, s\u00f3 existem duas alternativas: mudar ou mudar. Ou seja, voc\u00ea pode at\u00e9 escolher a mudan\u00e7a da sua prefer\u00eancia, mas n\u00e3o pode escolher a n\u00e3o-mudan\u00e7a. N\u00e3o mudar significa a morte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 alguns anos pod\u00edamos dizer que as dificuldades para fazer chegar uma mensagem \u00e0s pessoas estavam na fragmenta\u00e7\u00e3o dos meios, nas in\u00fameras possibilidades de fazer chegar uma deteminada mensagem a determinados p\u00fablicos. Era preciso desenvolver estrat\u00e9gias de transm\u00eddia ou crossmedia. Agora, j\u00e1 n\u00e3o se trata mais disso. As pessoas est\u00e3o todas (ou pelo menos a maior parte) nos seus smathphones e qualquer comunica\u00e7\u00e3o precisa ter isso em conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas n\u00e3o basta. Se o formato adequado ao celular, vendo este como ve\u00edculo primeiro de qualquer campanha, \u00e9 uma chave para o sucesso, s\u00f3 isto e nada \u00e9 quase o mesma coisa. A maior parte do que vemos no celular hoje \u00e9 lixo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desafio de hoje \u00e9 desenvolver uma comunica\u00e7\u00e3o capaz de prender a aten\u00e7\u00e3o das pessoas. E, neste sentido, o essencial \u00e9 criar mensagens que digam a verdade. S\u00f3 a propaganda que diz a verdade \u00e9 capaz de atingir o cora\u00e7\u00e3o e a mente das pessoas ao mesmo tempo. E isso vale para qualquer tipo de p\u00fablico ou de conte\u00fado. Pode ser uma campanha institucional ou uma campanha de vendas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Compreender isso \u00e9 o primeiro passo para uma mudan\u00e7a de verdade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Somente a mudan\u00e7a \u00e9 permanente. A ind\u00fastria da comunica\u00e7\u00e3o no Brasil est\u00e1 vivendo uma crise sem precendentes. Nem o surgimento da televis\u00e3o nos anos 50 promoveu tantas mudan\u00e7as. O que estamos assistindo n\u00e3o deixar\u00e1 pedra sobre pedra. 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