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Depois de passar alguns anos procurando o “bom senso”, o eleitor, desde 2018, está aberto a apoiar e votar em candidatos(*) de perfil mais definido.

Onde tudo começou Breve roteiro do desenvolvimento do marketing eleitoral digital Por Paulo Cezar da Rosa (*) Ainda que tenham ocorrido antes outras campanhas digitais,
Tudo está mudando ao mesmo tempo na montanha-russa dos acontecimentos. Neste artigo, elencamos algumas tendências para o marketing pós-Covid. Nosso objetivo é tentar ampliar nosso
Tenho ficado assustado com os rumos da publicidade ultimamente. A meu ver, a publicidade brasileira, que teve grande protagonismo em nível mundial desde os anos
Lula disse recentemente que a esquerda perdeu seu discurso. Não é só isso. A esquerda perdeu a linguagem do povo. E a sua coragem. Dois

Dizer a verdade é o maior desafio hoje para quem trabalha com comunicação, propaganda e marketing. Estamos vivendo um momento de grandes mudanças na infraestrutura

A eleição de Jair Bolsonaro pode parecer, mas não é um ponto fora da curva. Deputado medíocre, defensor de causas ultrapassadas (tortura, ditadura militar, machismo,

Nos Estados Unidos, depois da eleição de Trump, um quarto dos usuários do Facebook deletou o aplicativo de seus smarthphones. A onda de fechamento das

Na pandemia comecei a escrever um artigo ambicioso. Queria, em poucos parágrafos, descrever uma visão geral do desenvolvimento dos meios de comunicação e o respectivo comportamento das pessoas em cada época. Não avancei no artigo, mas consegui criar um roteiro (*) para futuramente escrever. Minha ideia original do artigo era demonstrar que saímos na pré-história de uma situação de isolamento e luta feroz pela sobrevivência e estamos voltando agora à mesma situação. O crescimento da ultra-direita, do neo-nazismo, e a

Depois de passar alguns anos procurando o “bom senso”, o eleitor, desde 2018, está aberto a apoiar e votar em candidatos(*) de perfil mais definido. Ou seja, se antes o bom era ser um “candidato de centro”, hoje o bom é ser um candidato(a) com posições firmes e corajosas, com plataforma política e discurso claro. É especialmente importante entender que houve no Brasil uma emergência da classe C na política. Este eleitor, que antes seguia a onda, agora tende a

Onde tudo começou Breve roteiro do desenvolvimento do marketing eleitoral digital Por Paulo Cezar da Rosa (*) Ainda que tenham ocorrido antes outras campanhas digitais, ou tentativas delas, a primeira campanha digital de fato foi a de Barack Obama em 2008. A campanha de Obama tinha uma lógica de uso das plataformas digitais, principalmente do Facebook, com a criação de grupos regionais e temáticos, mas o central era uma página-site (uma landing page) onde para entrar, para ter acesso aos
Tudo está mudando ao mesmo tempo na montanha-russa dos acontecimentos. Neste artigo, elencamos algumas tendências para o marketing pós-Covid. Nosso objetivo é tentar ampliar nosso entendimento do mundo que temos nas mãos. Por Paulo Cezar da Rosa (1) Mistura do físico e do digital Uma tendência irreversível do próximo período é a integração da loja física com a digital, da ação direta com a realizada nas redes. Com a pandemia, cresceu enormemente o comércio digital, mas não só isso. Cresceu
Tenho ficado assustado com os rumos da publicidade ultimamente. A meu ver, a publicidade brasileira, que teve grande protagonismo em nível mundial desde os anos 80 do século passado até os anos 2010, está perdida. Não se trata de falta de técnica, ou de sofisticação, ou mesmo de racionalidade custo-benefício dos investimentos. Se trata de falta de ética. A publicidade brasileira, assim como o país, perdeu-se em termos de caráter. Vou referir aqui, como exemplos da falta de ética da
Lula disse recentemente que a esquerda perdeu seu discurso. Não é só isso. A esquerda perdeu a linguagem do povo. E a sua coragem. Dois fatos ocorridos nos últimos dias merecem ser analisados. Aqui, não pelo que são, por sua veracidade, por suas motivações, ou por seus autores. São fatos que merecem ser analisados por suas consequências, por sua eficácia em termos de linguagem, de comunicação e de marketing político. A coragem que ainda falta Um primeiro episódio destes últimos

Dizer a verdade é o maior desafio hoje para quem trabalha com comunicação, propaganda e marketing. Estamos vivendo um momento de grandes mudanças na infraestrutura dos processos de comunicação social. A internet e as redes sociais eliminaram intermediários na cadeia da comunicação. Num primeiro momento, o uso destas novas tecnologias permitiu a emergência da comunicação direta entre as pessoas, alimentada pela “política do grátis” dos grandes empreendimentos na rede. Num segundo momento, estamos sofrendo um brutal processo de “monetização” de

A eleição de Jair Bolsonaro pode parecer, mas não é um ponto fora da curva. Deputado medíocre, defensor de causas ultrapassadas (tortura, ditadura militar, machismo, homofobia etc), o Messias acabou eleito contra tudo e contra todos. Verdade que seu discurso autoritário e preconceituoso não é recente. Baseado nele, Bolsonaro foi eleito parlamentar durante quase trinta anos, revelando que mesmo no Rio de Janeiro sempre existiu muita gente que persegue e apoia este tipo de coisa. A chegada ao poder da

Nos Estados Unidos, depois da eleição de Trump, um quarto dos usuários do Facebook deletou o aplicativo de seus smarthphones. A onda de fechamento das contas ocorreu depois do escândalo da Cambridge Analytica, empresa que esteve no centro da manipulação dos eleitores primeiro na Inglaterra, no Brexit, e depois nas eleições americanas. A Cambridge Analytica fechou, foi dada como falida após o escândalo. O Facebook saiu muito abalado. Entre usuários dos 18 aos 29 anos, o abandono da rede chegou

Tenho dito, desde o Brexit na Inglaterra e a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, que acabou a era do marketing água com açúcar no mundo e na política brasileira. Com o retorno do Brasil à democracia nos anos 80, até a eleição de Dilma Roussef em 2014, todos os candidatos em seus programas eleitorais apresentavam-se com um discurso de centro-esquerda. Com uns detalhes aqui, outros ali, preponderou por mais de um quarto de século o que Lula cunhou como marketing